quinta-feira, 29 de março de 2018

Exploring the Deep Ocean with NOAA: Professional Development for Educators at Audubon Louisiana Nature Center in New Orleans on April 28, 2018

All life on Earth relies on the ocean- yet the ocean is 95% unexplored, unknown and unseen by human eyes... 
Professional Development Announcement
The National Oceanic and Atmospheric Administration's (NOAA's) Office of Ocean Exploration and Research announces:

NOAA Ship Okeanos Explorer: America's Ship for Ocean Exploration
Exploring the Deep Ocean with NOAA
Professional Development for Educators of Grades 6-12 

Audubon Louisiana Nature Center, New Orleans, Louisiana

Saturday, April 28, 2018
8:00 am - 4:00 pm

For a complete list of NOAA OER educator professional development across the nation and for more registration information, please visit here.
This stunningly beautiful jellyfish was seen during the 2016 Marianas Trench Marine National Monument expedition at a depth of ~3,700 meters. Scientists identified this hydromedusa as belonging to the genus Crossota. Image courtesy of NOAA Office of Ocean
This stunningly beautiful jellyfish was seen during the 2016 Marianas Trench Marine National Monument expedition at a depth of ~3,700 meters. Scientists identified this hydromedusa as belonging to the genusCrossota. Image courtesy of NOAA Office of Ocean Exploration and Research, 2016 Deepwater Exploration of the Marianas.
An essential component of the National Oceanic and Atmospheric Administration's (NOAA's) Office of Ocean Exploration and Research (OER) mission is to enhance ocean science literacy and understanding why it is important to explore our little-known ocean world. To help fulfill this mission, the NOAA Ship Okeanos Explorer Education Materials Collection was developed to encourage educators and their students to become engaged with expeditions and discoveries made by the NOAA Ship Okeanos Explorer- America's first Federal ship dedicated to ocean exploration. 
 
Educators are invited to join NOAA OER facilitators to learn Why We Explore (Volume 1) and How We Explore (Volume 2) the deep ocean. Participants will learn about the importance of ocean exploration and the advanced technological capabilities of the NOAA Ship Okeanos Explorer used to explore the deep ocean. This 7-hour professional development will introduce standards-based, hands-on activities and online resources that guide classroom teaching and learning. Ocean health, sophisticated underwater mapping technologies, unique deep-sea ecosystems, remotely operated vehicles and telepresence are just a few of the topics covered. 
 
Registration is required and space is limited. Educators will receive the NOAA Ship Okeanos Explorer Education Materials Collection Volume 1: Why Do We Explore? and Volume 2: How Do We Explore?, additional resources and a NOAA Ocean Exploration Certificate of Participation. Continental breakfast, lunch, and a $75 stipend will be provided. 
 
If you have previously participated in a Why Do We Explore? or How Do We Explore? Professional Development, this offering will be redundant.
VISIT OUR WEBSITE
, HCHB Room 6217, 1401 Constitution Avenue, NW, Washington, DC 20230

Greenpeace: Uhul!!! Temos uma notícia incrível!

Olá !
É com muito orgulho que anunciamos, hoje, a volta do Esperanza para águas brasileiras!
Conseguimos somar esforços e montar uma equipe incrível para uma nova expedição nos Corais da Amazônia, graças a ajuda de nossos doadores e a pressão de mais de 1.8 milhão de pessoas como vocês.
Não há palavras para descrever o quão emocionante é essa oportunidade, por isso, queremos te mostrar o significado de tudo isso. Com você, o Esperanza:
Assista ao filme
PS: Nossos doadores possibilitaram a vinda do navio Esperanza para esta nova expedição. Você também pode contribuir com esse momento histórico. Faça parte desse time e ajude-nos nesta e em outras missões.
Muito obrigada,
Helena Spiritus Meu nome é Helena Spiritus, sou bióloga e também estou na campanha pela defesa dos Corais da Amazônia. 
Greenpeace
Facebook
Twitter
Instagram

20 years in: Are lobos losing the fight?

Donate Now

Dear folks,
It was supposed to be a Cinderella story, but 20 years after their reintroduction into the wild, the recovery of Mexican gray wolves is far from its fairytale ending.
In 1998, I found myself in Alpine, Arizona opening the crates that would give Mexican gray wolves – or lobos – a new lease on life. It was remarkable to play a role in bringing lobos back to the American landscape. But I knew even in that moment of pure joy, they faced a tough road ahead.
Today their population continues to struggle to find a foothold. Political ill-will and illegal killings – the number one threat to lobos – still plague the species’ recovery. Just last month, two lobos were found dead in Arizona – a male and a female.
This could be the defining moment for the future of Mexican gray wolves.
With their numbers in the wild hovering just above 100, lobos remain one of the most endangered mammals in North America.
In order for lobos to have a fighting chance, more wolves need to be introduced into the wild, they need greater connectivity with populations in Mexico and opportunities to expand their habitat into the Rockies and the Grand Canyon. Tragically, their new fatally-flawed "recovery plan" fails to address these needs – and the proposed construction of a border wall would only make their situation more dire.
Defenders is suing the U.S. Fish and Wildlife Service over their "Mexican gray wolf recovery plan" that would tip the scales toward ruin.
We won’t give up on the promise made 20 years ago when lobos were restored to the wild. Defenders is fighting for lobos – just as we always have – but the challenges are mounting and we need more help than ever before.
Their recovery is achievable and I know it will happen, but we are going to have to continue to fight hard for these amazing animals.
Sincerely,
Jamie Rappaport Clark
Jamie Rappaport Clark
President, Defenders of Wildlife

Museu Emílio Goeldi alerta que cana na Amazônia pode piorar oferta de água

Resumo diário de notícias selecionadas
dos principais jornais, revistas, sites especializados e blogs,
além de informações e análises direto do ISA
 
 
HOJE:
Amazônia, Agricultura Orgânica, Agropecuária, Cerrado, Mineração, Povos Indígenas
Ano 18
29/03/2018

 

Direto do ISA

 
  O destaque da semana fica para o presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, Maurão de Carvalho. Enquanto o Executivo criou 11 áreas de reserva ambiental no Estado, aprovadas por unanimidade pelo plenário, Maurão, contrariando a decisão da maioria de seus pares, sustou a criação das Unidades de Conservação - Direto do ISA, 28/3.
  
 

Amazônia

 
  O Museu Paraense Emílio Goeldi divulgou nesta quarta-feira, 28, uma nota técnica em que rebate a possibilidade de plantio de cana-de-açúcar na Amazônia. A proposta está em projeto de lei do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e é alvo de críticas de ambientalistas e também de produtores de cana - OESP, 28/3, Sustentabilidade.
  
 

Agropecuária

 
  O legado que a senadora Kátia Abreu tem deixado a seu filho mais velho, Irajá Silvestre Filho (PSD-TO), não é apenas financeiro e político. A ex-ministra da Agricultura do governo Dilma foi eleita ‘Miss Desmatadora’ pelo Greenpeace, em 2009. Irajá Abreu, deputado federal hoje em seu segundo mandato, é o campeão de desmatamento na Câmara dos Deputados. Cruzamento de dados feito pelo Ruralômetro, com base em informações do Ibama, mostra que dos 513 deputados federais eleitos em 2014, cinco foram autuados e multados por infrações ambientais. Apesar de não ter recebido a maior multa, Irajá foi o que destruiu a maior área - Repórter Brasil, 28/3.
  Com o objetivo de auxiliar produtores rurais no processo de adequação ambiental da paisagem rural, a Embrapa, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e diversas instituições parceiras desenvolveram uma ferramenta que faz recomendações personalizadas ao produtor rural para recompor a paisagem nativa de sua propriedade - Embrapa, 27/3.
  O Brasil é o país que mais reduziu a emissão de gases que provocam o efeito estufa no planeta, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU). Desde 2010, com o lançamento do Plano ABC, aumentou o número de propriedades rurais que adotaram soluções tecnológicas como a recuperação de pastagens degradadas, Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), Sistema Plantio Direto, Fixação Biológica de Nitrogênio, plantio de florestas, tratamento de dejetos animais e adaptação da produção agrícola às mudanças do clima - Embrapa, 28/3.
  
 

Povos Indígenas

 
  "O povo Yawanawa está em luto. Moradores das aldeias às margens do rio Gregório, no Acre, eles perderam um dos seus últimos anciões e o expoente de uma geração de antigos pajés. Com 106 anos, Yawarani cantava e contava histórias pela manhã desta quarta-feira (28 de março), deitado em uma rede na sua aldeia, quando seu coração parou de bater", Blog de Maria Fernanda Ribeiro - OESP, 28/3, Sustentabilidade.
  Na década de 1980, posseiros e madeireiros foram acusados de genocídios. O Massacre do Capacete, também chamado Massacre dos Ticuna, ocorreu, perto de Benjamin Constant (AM), a 1.116 quilômetros de Manaus, no dia 28 de março de 1988 - Rádios EBC, 28/3.
  "Ultimamente, especialistas têm chamado a atenção da comunidade científica e do público em geral para o crescimento do número de suicídios entre indígenas, especialmente de jovens, Em 2015, no conjunto da população brasileira, a taxa de suicídios era de 5,3 por 100 mil; a de indígenas era de 30 por 100 mil. Entre os guarani-kaiowá, o grupo mais afetado por suicídios de jovens, a taxa era de 60 por 100 mil, quase 12 vezes a taxa nacional. A indiferença do Brasil, governo e povo em relação à tragédia indígena é o fundamento do que na prática constitui uma omissão genocida", artigo de José de Souza Martins Valor Econômico, 29/3, EU& Fim de Semana, p.3.
  
 

Cerrado

 
  No Brasil, o tesouro escondido não é uma praia ou uma selva. É uma savana. O Cerrado é a savana mais rica do mundo. O que não se sabia era a velocidade com que estava sendo destruído. 9.500 km2 ao ano. Um ritmo muito maior do que a Amazônia. Mas este tesouro tem seus defensores, pequenos agricultores lutam na justiça contra a indústria agropecuária. Alguns moram em casas de barro, outros não sabem ler. Eles apenas querem garantir sua sobrevivência e se conseguirem, evitarão o desastre. O jornal El País viajou às profundezas do Cerrado ouvindo suas histórias El País, 26/3.
  
 

Mineração

 
  Mercúrio, arsênio, alumínio e até urânio foram encontrados em concentração acima da permitida pela legislação brasileira nos resíduos lançados sem tratamento pela empresa norueguesa Hydro Alunorte no Rio Pará, entre os dias 16 e 17 de fevereiro. Essa é a conclusão de um novo relatório feito por especialistas do Instituto Evandro Chagas (IEC), apresentado nesta quarta-feira, 28/3 - OESP, 29/3, Metrópole, p.A17; FSP, 29/3, Ciência, p.B5.
  A mineração passou por cima da casa de Lúcio da Silva Pimenta, na Serra da Ferrugem. Vanessa e Reginaldo Rosa dos Santos precisaram sair do pequeno sítio onde moravam, na comunidade Cabeceira do Turco, por causa dos tremores de um mineroduto – hoje vivem em uma casa alugada. Elias de Souza e Lúcio Guerra Júnior denunciaram falta de água, poeira, barulho, insegurança, morte de riachos e do solo. Sobre os cinco moradores de Conceição do Mato Dentro, pequena cidade a cerca de duas horas de Belo Horizonte, recaíram agressões, vigilância, desemprego, perseguição e isolamento. Tudo isso causado, eles denunciam, pela gigante britânica Anglo American, a mineradora que quer construir uma barragem 7 vezes maior que a de Mariana The Intercept, 27/3.
  
 

Agricultura Orgânica

 
  "No começo de sua jornada, no século passado, o alimento orgânico representava principalmente uma opção de saúde individual para um nicho de consumidores urbanos de renda média-alta. Nos últimos 15 anos, esse mercado passou da infância para a adolescência, crescendo globalmente mais de 500% como área cultivada e como valor comercializado, além de 12 vezes em número de produtores. Ao sair do nicho, o produto orgânico também mudou sua narrativa, afirma o monumental relatório global O Mundo da Agricultura Orgânica 2018, que acaba de ser lançado pela IFOAM – Organics International, resultado do trabalho de mais de 300 pesquisadores em 120 países", artigo de Roberto Smeraldi - OESP, 29/3, Paladar, p.D4.
  
 
Imagens Socioambientais